quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Para divagar...

“Quando eu estiver irritado, eu vou tentar ser orquídea
Quando eu tiver problemas com a família,
eu vou tentar ser rosas
Se no meu trabalho, houver discórdia
eu quero aprender a ser jasmim.
Se alguém me magoar e meu melindre quiser aflorar,
eu vou brotar girassol.
Quando uma pessoa me trair,é por não conhecer Papai do Céu,
eu deixarei meu coração ser bouganville.
Quando eu não tiver prudência,e a doença aproveitar o meu descuido,
que eu deixe surgir a flor do maracujá.
Se o vício me persegue e eu não consigo enxergar meu erro,
que eu me transforme em lírios e azaléias.
Se eu sei que as coisas da terra são instrumentos de aprendizageme nada me pertence,
se tudo é passageiro por aqui,que eu acorde mais rápidoe seja orquídea, rosa, onze-horas, violetas...
Afinal o Pai que nos criou, deixou a gente escolher ser flores ou ser espinhos"(Nando Cordel)

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Quando parece que o bolo solou?

Ás vezes me pego pensando:" quando é que a gente se dá conta de que o bolo solou?Quando não é tão fofinho e macio quanto imaginava?" Pelo menos para mim, que não sou uma mestre-cuca, é quando sinto que ele não serve de nada, que nada agrada, quando o fracasso bate a porta... Que sensação horrível, mas que não dá para negar que existe. E o que resta é a vontade de que passe logo isso, de esquecer e para quem quer continuar deleitando-se com bolo, tentando, né? Fazer o que? Parece uma metáfora banal, mas na vida também é assim quando queremos muito algo que não acontece, a sensação de fracasso é inevitável. Mesmo quando a gente tenta não gerar tanta espectativa e "deixa a vida rolar". Ainda sim não é simples. E se você escolheu todos os ingredientes certinho, fez cada passo e mesmo assim a sua mão desandou, ai lascou...Das duas uma: ou você escolheu algo errado pensando que era certo, ou você entendeu algo de errado no MODO DE PREPARO. Em último caso mude de marca... Hoje fazem 21 dias que estou pensando quais os melhores ingredientes para o meu bolo da felicidade, refazendo o modo de preparo e pensando qual é a melhor marca. Sei que ainda penso e sonho com aquele gostinho do bolo fofo e macio da felecidade. Independete do meu jeitão prático, o contraponto também é ótimo e vou continuar agreditando nesses besteróis que são muito melhores do que crer que nunca vou comer bolo fofo de novo...Idealismo...As grandes descobertas começaram assim: Era uma vez um bolo solado que depois de inúmera tentativas ficou...FOFO. Até lá: Paciência...
Paciência



Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida tão rara

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara(Tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma

Eu sei, a vida não para(a vida não para não)
Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara(tão rara)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para(a vida não para não...a vida não para)

sábado, 1 de setembro de 2007

Não quero ver você triste

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