segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

É minha não é de mais ninguém...



Dois mil e sete foi um ano marcado por fases Barão Vermelho, do tipo se ferre sozinho e me deixe em paz o mundo. Ou então, pela fase Leoni, "não me deixe sozinho porque não aguento ficar sem você, sozinha...". Mas fecha-se 2007 e entra 2008 na área e como o nascer de cada ano depende do que fazemos...Agora é ora de curtir a dor para deixar ir embora, não deixando vestígios. Quem sabe encontrar um sentido para como se desapegar as coisas que já passaram e entender o que é de fato transcender na dor (forte heim!?). Encontrar um sentido para tudo isso que acontece...a fase Marisa quem sabe caia bem...


De Mais Ninguém
Marisa Monte
Composição: Marisa Monte/ Arnaldo Antunes

Se ela me deixou a dor,
É minha só,
não é de mais ninguém
Aos outros eu devolvo a dó
Eu tenho a minha dor
Se ela preferiu ficar sozinha,
Ou já tem um outro bemSe ela me deixou,
A dor é minha,
A dor é de quem tem...
É meu troféu, é o que restou
É o que me aquece sem me dar calor
Se eu não tenho o meu amor,
Eu tenho a minha dor
A sala, o quarto,
A casa está vazia,
A cozinha, o corredor.
Se nos meus braços,
Ela não se aninha,
A dor é minha, a dor.
Se ela me deixou a dor,
É minha só, não é de mais ninguém
Aos outros eu devolvo a dó
Eu tenho a minha dor
Se ela preferiu ficar sozinha,
Ou já tem um outro bem
Se ela me deixou,
A dor é minha,
A dor é de quem temmmmh...mmmh...
É o meu lençol, é o cobertor
É o que me aquece sem me dar calor
Se eu não tenho o meu amor,
Eu tenho a minha dor

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Queres aclarar, observar, deduzir, narrar despretenciosamene? Bem-vindo! Caso queiras apenas maliciosamente criticar, por acaso não é seu espaço, nem virtual...