domingo, 14 de setembro de 2008

Analogias, identificações, abobrinhas ou vice-versa tanto faz


Comprovei algumas teses:

*Ás vezes não consigo ter certas conversas de adultos porque o assunto é profundo demais e dói. Não gosto de dor, ao contrário da águia talvez não viva 70 anos, mas apenas os 40 primeiros anos da minha vida (ver postagem anterior sobre);

*Às vezes, não consigo dizer o que sinto por não entender ou não ter palavras suficientes para expressar, ou quem sabe para não parecer uma idiota, para não me comprometer,sei lá...fuga interna (O Fántástico Mundo de Bob com explicações absurdas) e fuga externa, às vezes também saiu correndo como no filme Corra Lola, Corra;

*Ás vezes aparece na vida um "errante trovador" (no caso em questão um toca CD qualquer) que coloca uma trilha sonora em alguns momentos da nossa vida no meio da rua, na hora do almoço, num momento inesquecível, numa tristeza...;

*Também achei o final da última temporada de Gimore Girl´s lindo: enxer uma sala com 1000 margaridas é um número perfeito para um pedido de casamento;

*Ás vezes me sinto como a Rory porque a Lorelay aqui de casa quebrou o braço andando de bicicleta dentro de casa. "Oh!No". Acho que nem a Lorelay consegue ser tão infantil;

*Às vezes também me sinto como a Lane da mesma série: uma figurante. É estranho!

*Também já tive um lance complicado, "love fire", como entre Lorelay e Max Medina. Não era para ser. Tinha coisas para dar errado, mas nenhum dos dois aguetava chegar perto, ai ai...Mas será o fim de Lorelay com Luke? Pena que meu Max Medina não era tão perfeito. Estava mais para menos do que para mais;

*Quando era aborrecente me achava mais adulta do que realmente me acho hoje. Achava ridículo as meninas se descabelando por atores globais, internacionais...mas três vezes na minha vida (e somente isto ainda bem!)fiquei ruborecida porque fui supreendida com exatamente três peitorais perfeitos. Nossa! Não gosto nem de lembrar...Era tão real. Eu não conseguia tirar o olho. Fiquei morta de vergonha, mas era tão pefeito e convidativo. Achar belo para mim foi uma verdadeira indecência porque me senti na obrigação de não ser tão ridícula ou de pelo menos saber disfarçar bem. Parecia que eu tinha sido pega com "a boca na butija";

* Já roubei. Sim, já roubei pelo menos dois livros. Na verdade, um livro e uma xerox de livro somente para sentir o prazer de um conto, se não me engano, da Clarice Lispector em que a menina queria roubar um livro de uma colega arrogante. É massa. Sensação instântanea de realização. E detalhe: poderia tê-los pedidos porque não teria tido problema com a pessoa.

* Em um dia não fui um Grinche (personagem de filme de Natal interpretado por Jim Carry que adora estragar a festa porque era um tanto amargurado): acabei com a insônia de alguém cantando "lavem o sol chuchuru..." e coisas similares.

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