terça-feira, 16 de setembro de 2008

Crônicas urbanas de um cotidiano surtado (parte II)


Sob a luz negra da noite e a lua de Brainstock a miragem..."meu peito agora dispara, vive em constante alegria...". Tomada pela força poderosa do êxtase, do cheiro da noite e a vontade insana em querer rolar na grama. O que me impedia. ELA. E NELA: PROIBIDO PISAR NA GRAMA. Que as flores de primavera de Quintana dancem até cair sob os muros.

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