domingo, 9 de novembro de 2008

Eu?Como assim?




  1. Sim. Já tive vontade de ser paquita da Xuxa. Hoje, mais crescidinha, fico me imaginando como uma Garota Calderão. Mas, que fique claro: meu conteúdo não mudaria, somente gostaria de uma embalagem melhorzinha e animada. Adoro quando elas entram com aquelas musiquinhas...Deve ser algum resquício de infância quando meu pai dizia que “Eu ia ser "Miss Brasil” ou quando assistia o clipe das garotas do Fantástico;
  1. Sim. Adoro escrever no blog. Ele substituiu meus antigos diários da adolescência: aquelas agendas enormes que tinha até “piola de cigarro”, como dizia minha mãe. No blog converso comigo mesmo, alívio minhas angústias, organizo as idéias, compartilho minhas alegrias e dramas, conto minhas pequenas e grandes alegrias, bem como os desastres, como naqueles papos informais com os amigos que sai um monte de coisa...
  1. Exemplo desses papos: uma amiga quando estava usando um colar cervical, e quase morre de depressão com a vida parada e a dependência dos outros, foi para um bar com os colegas afogar essas mágoas. Entre uma amassada e outra num colega com outro, o “amassador” perguntava o que ela tinha. Imaginem o que ela tinha? E ela disse que nem tinha como se virar para não ver os ataques de “canibalismo” porque o pescoço estava imobilizado. Uma cena ridícula e cômica: ela de vez em quando girando todo o corpo porque só pescoço não dava, como se tivesse engolido uma alavanca.
  1. Minha mãe, Lorelay Winehouse, diz que um paquera foi tentar seduzi-la e meteu a língua dentro do ouvido dela. Além dela achar esses “segredos de liquidificador”, como diria Cazuza, nojentos, ela ainda acrescentou que o horrível era também aquele beijo melado que você fica com medo do outro devorar sua cara ou arrancar suas amídalas cirurgicamente. Eca! Mordidinha vai. Lambida de Vaca não, né?
  1. Ainda sobre lambida na orelha, minha mãe ainda contou que foi para uma festa na cidade de Queimadas e ela ao observar quem dançava, viu que um cara meteu a língua na orelha da guria. Quase uma lavagem de ouvido. Resumo da ópera: depois da limpeza a “cara de quem comeu (a cera) e não gostou” do dito carinha. Puts!
  1. Convidada inesperadamente para sair com mais colegas gays – sim porque, muitas vezes me sinto uma hetero perdida no universo colorido – tinha um cara que por não me conhecer mais intimamente, auto-afirmava-se como não gay o tempo todo ao falar de vagina o tempo todo. Ou seja: é gay querendo disfarçar que estava numa mesa onde era unânime o colorido. Coitado! Ele foi embora até mais cedo com a minha presença;
  1. Gosto de ficar na cama da minha mãe junto com meu irmão vendo programa besta e criticando o povo... Sai cada obra magistral...ou então, a gente finge que brinca de “vale-tudo”, interpreta( abaixo umas fotos das nossas “muganagas”);
  1. Minha mãe já tirou os sapatos ou jogou uma bolsa num cara que estava passando e falou uma catada suja para mim. Ela saiu correndo no centro da cidade atrás do cara com o sapato na mão e eu chamando ela. Por sinal, a última cantada suja que ouvi e bem pouco criativa de um cara foi que “ele queria ser o selinho da minha bicicleta”. Ah! Coitado! Eca! Eca!
  2. Vi um scrap no orkut para um amigo de uma ex-amiga (o Damião da favorita) que foi como uma facada. Divida entre a curiosidade e necessidade de mostrar indiferença, tem certas cicatrizes que demoram a sarar e quando sarão é só a gente olhar para ela e fazer uma viagem no túnel do tempo.

3 comentários:

  1. ain Thaisa adoro ler o que tuh escreve!!!
    Nossa que massa!!!
    Vc é tão clara, sincera...
    Ahh, sabe? me identifiquei com a saída com a galera do universo colorido e o cara lá fingindo ser um maxão!!! hehehehehe
    Jah passei por uma parecida!!! kkkkkkkkkk

    BeijO querida e ótimO DomingO...


    Criisss

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  2. Mulher... deuzémais... que slide trash é esse jesus? kkkkkkkkkkkkkkk

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  3. Bom demais esse post! kkkkkkkk segredos de liquidificador, concordo com você, é nojento! rs

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