terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Analogias, identificações, abobrinhas ou vice-versa tanto faz (parte 2)

1. Relativamente tímida até minutos atrás não teria coragem de participar de um reality show. Tipo dar “piti” em rede nacional tal, não rola...Mas quando vi a Djeizinha e Alan Pierre de um dos BBBs casado com filhinho, pensei finalmente num motivo para participar do BBB: viver uma história de amor e com a possibilidade de sair endinheirada;

2. Vocês gostaram da mini-série Capitu? Caramba. Tinha tudo para ser o “pipoco” do trovão, mas não foi. Claro, que não esperava uma versão ypsi literis do livro, mas deixou muito a desejar. A mini-série foi em cima da adolescência e nos dois últimos capítulos ao amor atormentado de Bentinho e Capitu. Na verdade quando o li na adolescência, já me amarrei por Machado e fui lendo outras coisas como “A cartomante e outros cantos”, mas voltando, Dom Casmurro com a personagem Capitu dá ao enredo além de uma densa trama psicológica aos personagens, deixa o leitor pensando em porquês. Capitu traiu? Bentinho era paranoicamente ciumento? E ainda ouvi recentemente uma terceira via da trama que seria o amigo de Bentinho era apaixonado pelo dito e decidiu magoá-lo como forma de afastar seu amor de Capitu? Enfim, quem ler decide o final. O livro quando escrito e publicado deixa de ser apenas uma história para ser várias;

3. A Novela Mulheres Apaixonadas foi minha novela de transição da adolescência para a idade adulta. Não perdia um capítulo esperando Luciana, a personagem de Camila pitanga, aparecer e viver o affer com Diogo, Rodrigo Santoro. Meu namoro da época dizia que meu frisson era sim por Rodrigo, mas definitivamente não era. Hoje uma amiga minha diz que o nome da novela deveria ser Mulheres Carentes e Desesperadas e que o personagem na Suzana Vieira, Lorena, tinha uma filosofia de botequim, um enche abobrinha da bexiga;

4. Um amigo meu enquanto bebíamos e eu dizia abobrinhas me chamou de Isadora do programa Toma lá, Da Cá, ou seja, burra e mal caráter de olho junto. Eu? Como assim?

5. Revelo o milagre, mas não revelo o santo. Uma das minhas amigas fazendo compras na cidade teve o vestido arrebatado pelo vento à cabeça. Detalhe: a questão não foi mostrar a bunda em praça pública, mas ela estava como uma calcinha de dormir. Ou seja, nada sexy. Ela ficou com ódio pela calcinha, não foi nem pelo vento;

6. Essa mesma amiga diz que quando está quente tem vontade de esfriar a “priquita” sentando no chão frio ou fazendo como cachorro que arrasta a bunda no chão. Após! Ri de mais.

7. A mesma amiga me perguntou:
- Quem era Maysa?- ela
- Não conheço bem a música dela, mas foi uma das precursoras da Bolsa Nova e tal. Uma Piaf da vida (Nesse momento lembrei-me da febre do filme Piaf e o fato dessa mini-série ser de Manoel Carlos e dirigida por Jaime Monjandin, ou seja, fantasia rola à solta e voltada para o mercado né?

8. Revelando o milagre, mas não revelando novamente o santo, uma amiga na hora H disse que escutou um elogio um pouco diferente: “Oh! Como a sua é grande!” Ele não mencionou o nome vagina, mas olhou fixamente para ela. Quase que ela teve uma crise de riso porque ela sabia que pênis grande era simbolicamente e efetivamente mais importante para as mulheres, mas a vagina? Não sabia nada de extra que o tamanho poderia proporcionar...kkk

9. Ah! Peguei o ônibus errado pela milésima vez. E o sol estava bem morninho para não dizer o contrário. Será que acontece isso com todo mundo? O nível de lesera extrema? Ai, ai...

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