sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Comédias românticas francesas S.A.


Para cada coquetel uma sombrinhazinha no cabelo...Eu adorei isso!

Bem, posso ser uma pessoa tendenciosa para falar sobre filmes franceses porque afinal a gente vive ouvindo falar do romantismo e da sedução desse país. Algo que não poderia faltar nos filmes, claro. Entretanto, tento separar o joio do trigo e assim sendo, de fato as produções cinematográficas francesas são no geral muito boas.

Por exemplo, enquanto uma comédia romântica americana interpreta os estereótipos comuns - a puta, a virgem, a feia, o garanhão, o popular, o desastrado, o gordo etc, - as francesas trabalham com o tipo comum, com seu lado cotidiano, esperto e charmoso. É como se ninguém fosse comum e fosse ao mesmo tempo. Adoro esses paradoxos. São mais realistas. Isso quando não trabalham com as sutilezas filosóficas da vida cotidiana.

A última comédia romântica que assisti dia de Natal, para substituir o especial "maravilhoso " de Roberto Carlos (coloque muitas aspas aí), foi "Amar...Não tem Preço", confesso que loquei por causa da atriz Audrei Tatto que mudou minha vida depois de Amelie Poulain. Eu amo esse filme.

Voltando, "Amar...Não tem preço" enfoca no garçon bem regrado que apaixona-se pela trés belle femme que gosta de caras ricos. Eles vivem muitos episódios engraçados depois que ela descobre que ele é um duro. Fazendo o jogo do jeito que ela ensina e não como ela quer, a história tem muito pano para manga e faz pensar: quanto vale seu amor? E o desconhecido? E 10 segundos? Um euro?

E o engraçado que muitos dos filmes com essa atriz termina com ela de carona na vida e no bagageiro de uma motocicleta.




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