sábado, 13 de dezembro de 2008

Embalos de sexta e sábado à noite



Depois do trabalho uma passadinha na casa da amiga, mas minha cama me chama. Antes disso:

1. A meu Deus! Pizza em casa com as colegas. Ninguém resiste. Amanhã bike para queimar que a idade bate a porta;

2. Assistir “A favorita”. O que foi aquilo hem? A cena de Flora tentar enfartar Gonçalo. Acho que o autor assistiu muito filme de terror. A luz na cara de Flora me lembrou muito o filme Poltergeist. E claro, as manchas de sangue pelas parede, inclusive na maçaneta, é um clássico do terror;

3. Jogada conversa fora, lembramos de aniversários surpresas. O da minha mãe, por exemplo, foi um clássico. Para tirá-la de casa inventei que tinha que comprar um livro de mais de R$ 100,00 por R$ 30,00. Ela foi na loja e “armou um barraco” com a vendedora, enquanto meu cúmplice na trama tentativa retirá-la da loja e evitar que ela ou quebra-se o cacete na vendedora (coitada), ou então, chamasse o gerente. Depois de passado o aniversário, quase a fiz ir pedir desculpas à vendedora, mas ela mesma já estava morta de vergonha do que tinha feito. O detalhe dessa história está na torta vinda comigo na moto quase sem freio. Depois da fechada de um ônibus e de um carro no cruzamento a dita cuja chegou amassada. Agarrei-me com a essa e inicie uma breve retrospectiva de vida com uma luz lá no fim do túnel. Tudo saiu bem mesmo à torta. Antes ela do que eu. Ufa!

4. Relembramos meu choque quando vi o filme pornô da Xuxa, afinal eu era uma baixinha e esperava pela manhã ela sair da nave e cantar: “Quem quer, pão pica pão pica pão, que está quentinho, está quentinho, está quentinho. Tão gostosinho, gostosinho, gostosinho quero mais um. Mais um!

5. Já no sábado a uma hora e meia de bike planejada se tornou em vinte e cinco minutos, ou seja, duas voltas no Açude Velho e uma no Parque da Criança. Ah, aquela maldita pizza!

6. Faxina cibernética: o que é isso? Eu tenho tanto entulho no computador que passei boa parte da manhã e da tarde “limpando” o computador e nem terminei. “Lerê, lerê, lerê...”

7. Finalizei o dia andando dentro do carrinhos de comprar do Macro e assistindo Barrados no Baile. E adivinhem o que aconteceu? Uma leve quedinha pelo bad boy Dilan, mas devidamente reparada pelo senso crítico de Bredon que se colocou contra a exploração do trabalhador. Meu Deus terá sido aí que nasceu o primeiro embrião de minha consciência social? Socorro! Revi a lanchonete do Pitche’s, o consultório sentimental da maioria da galera que fazia parte do seriado...ai, ai..quebrei a dieta novamente para comer um pedacinho de bolo de aniversário porque Barrados merece a nostalgia do doce.

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