sábado, 6 de dezembro de 2008

Os sete tempos e meio de uma boate


Colocando em palavras a interpretação cênica de meu irmão, segundo ele, as pessoas quando vão a boate encenam seis momentos. Detalhe: meu irmão tem 14 anos e até onde eu saiba (porque agora estou com uma pulga atrás da orelha) ele nunca foi a uma boate ainda. A encenação seria baseada em vídeos, comentários..Hum! Sei. Portanto, qualquer semelhança com a vida real pode ser mera coincidência.

Uma da manhã: O corpo balança timidamente de um lado para outro;

Duas da manhã: A pessoa já se arrisca a dançar como que desenhando um quadrado no chão, indo vindo nas quatro pontas imaginárias desse tal quadrado;

Três da manhã: Um braço já levanta e o quadrado começa a ficar maior, tomando os cantos da boate;

Quatro da manhã: Os dois braços já estão na cabeça e a pessoa já está fazendo o show no pole dance que tiver na boate, usando um cano, um corrimão, os amigos ou então as caixas de som para subir e descer;

Cinco da manhã: A pessoa já insinua tirar a roupa. Começa a subir a camisa e a ensaia descer as calças enquanto se esfrega na parede ou em alguém. Hum!

Seis da manhã: A pessoa já está pelada. Se enroscando em qualquer coisa pela frente.

Sete da manhã (ai fica por conta da minha imaginação): a pessoa acorda ressacada num lugar que não lembra, do lado de alguém que não tem certeza quem é, nem qual é o nome.

Sete e meia: a pessoa já está se recompondo para sair correndo daquele lugar estranho e tentar refazer os passos da noite passada.

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