sábado, 10 de janeiro de 2009

Fragmentos de rounds


Começar o ano com brigas não deve ser legal. Já engatei pelo menos umas quatro...nossa! Quase em consecutivo..."Mas tudo passa"

Primeiro round:
- Você não tem o direito de fazer isso...[dessa já falei numa última postagem sobre Magaiver]

Segundo round:
- Qual foi o objetivo daquela conversa porque eu fiquei muito magoada com você [Plagiando minha amiga: "preciso usar libras para que você entenda?]

Terceiro round:
- Apelando aos direitos humanos, me dê o direito de explicar, de responder as acusações...Você esqueceu tudo que sofri, meus traumas?[Pera! Até quando sou vítima tenho culpa. Assim não dá. Assim não pode, nam]

Quarto e último round da semana:
-Temos que considerar que você sabe que isso é tortura psicológica e que as obrigações que porventura poderia se ter não existem mais. Tudo que consegui eu ralei muito. [Seria eu uma torturadora? Ou melhor uma vagabunda oportunista?]

Cama,

amanhã de manhã ao invés de um café para nós dois, me engula. Por favor....Please.

Mas apesar dos dias essa música de Adeildo Vieira é linda e vamos curtir o lado doce da vida, né?

Amorério

Minha alma vestido em verdadeiro trauma
Cada ponto que eu traço é um beijo jogado em vão
Cada vôo mais alto mais duro provar o chão
Meu amor de tão vivo é um desafio a toda minha calma
Meu amor é tão grande é bem maior que eu
Amar é preciso amar tudo
Amar o que eu penso e o que eu não penso
E quem sabe até deixar sobrar amor para mim também

Tanto amor desparado a todo instante
Quem bem sabe o bem de minha arma
Se expõe e ainda mostra o peito
E quem usa o arsenal da minha alma, por mim, tem maior respeito
Tanto amor é mágoa atoa é minha Hiroshima sem saber aonde explode

Explode em meu peito
E os cacos de mim
Se atirados ao ponto sem réis
Que sejam restos de feira ou atirados de golpe no chão
Mas que sejam amor a primeira página

Meu amor se exposto em outdoor gigante
Fatalmente será confundido com slogan de refrigerante
Se falado no rádio parece poema de poeta louco
Meu amor se visto em filme só será aplaudido
Na morte do bandido se for bem sangrenta e arrancar do cinema
Aplausos e risos de quem consegue ter ódio nas véias
E sangue na boca e ninguém vai ver meu filme de amor

Amar demais até parece um mal, mas nenhum outro mal me faz tão bem
Amar demais até parece um mal, mas nenhum outro mal me faz tão bem
Amar demais até parece um mal, mas nenhum outro mal me faz tão bem


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