terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

E uma coisa puxa a outra


  1. A quanto tempo que não me levanto para ouvir o hino nacional de pé e cantá-lo. A últma vez que o fiz foi quando tinha 06 anos no Liceu de Artes e Artesanato do Rio de Janeiro. E já sabe a gente começa a cantar e chega num determinado momento que fez igual a jogar de futebol: mexe apenas a boca;


  2. Fui ao banco no horário do almoço e quando estava na parada de ônibus, o inesperado aconteceu: algo que se mexia no meu pé num dia de chuva era uma barata. Ai que nojo! E como uma coisa puxa a outra, o último incidente desse tipo que aconteceu comigo foi na adolescência, na volta das calças "boca de sino", uma entrou por dentro da minha quando de repente comecei a sentir um formigamento nas pernas e comecei a bater. O clube onde iria haver o show não havia aberto ainda e depois que a dita entrou, uma menina me avisou que achava que era uma barata. Que ótimo! Era tarde demais. Tive que esperar o clube abrir e morrendo de nojo de mim. Resumo da ópera: assim que abriu o clube corri no banheiro e tirei toda a roupa e nada da nojenta. Porra! A guria não podia ter avisado antes? Passei a festa xôxa e quando cheguei em casa só faltei me escaldar. Mas dessa vez foi só no pé. Imaginem se tivesse sido no meu "cofrinho"? Porque tudo pode ser pior e quando a barata visitou meu pé eu estava sentadinha esperando "a volta dos que nunca foram"...;

  3. Sai de cena a moda dos cabelos soltos, volta a nova moda: faxinhas, xuxinhas e adendos. Por quê? A grana está embaixa e nada de de repor minha progressiva. Ai, ai e quando minha amiga disse que com a nossa profissão o salário não dá nem para sustentar o cabelo... Ela estava certa. Até quando esperar meus frizz parar de arrepair...só se for com a ajuda do divino Deus;
  4. Ah! Lembrei de um relato no mínimo trági-cômico sobre um sepultamento. Pois é...Reproduzindo o diálogo da viúva do morto:
- Meu marido antes de morrer me pediu para que não colocasse flores em seu caixão, que não houvesse rezas e que colocasse o talão de cheque em seu bolso. Mas eu não fiz nada disso. O que tenho a dizer é que agora eu vou fazer tudo o que você não deixou que eu fizesse.

Na lata da família e dos amigos. Quem me relatou disse que achou um ato sem noção de uma criatura sem noção, mas eu tenho mais duas versões: vingança por um casamento frustrado, ou então, formação reativa. Um mecanismo de defesa psíquica que a pessoa reage contrariamente ao que de fato está sentido. Tipo ao invés de chorar, rir...mas são coisas do ser humano, né?

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Queres aclarar, observar, deduzir, narrar despretenciosamene? Bem-vindo! Caso queiras apenas maliciosamente criticar, por acaso não é seu espaço, nem virtual...