segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Serviço de inutilidade ou futilidade pública


É incrível como o carnaval em Campina Grande e com chuva consegue ficar morgado...O que me consola é que economizei uma grana para pagar as contas, né? Mas o que pude ver de interessante na vasta programação televisiva, onde o carnaval era tema de tudo? Algumas inutilidade e futilidade públicas "ao som de baterias" e do meu discurso de "quero a morte pelo amor de Deus".



  1. No globo esporte Tulio Maravailha, se não me engano jogador de Góias, elegeu-se vereador e está tentando fazer 100 gols aos quase quarenta anos. A cada gol que faz, ele doa 10 cestas básicas. OOOOOOOOOOOOOOO! Mas ele dobrou porque antes eram apenas cinco. Quanta mudança. Como me surpreende a capacidade de representação desse jogador/vereador;

  2. Não satisfeitos com a associação carnaval e bunda já impregnada aqui no Brasil, a escola de samba carioca Grande Rio trouxe em seu enredo a revolução francesa que atravessa continentes e chega ao Brasil. Um dos símbolos dessa "revolução" foram as dançarinas de can-can francesas, alusão ao cabaré Moulin Rouge, que ao som de:

"MINHA ALMA É TRICOLOR (bandeira francesa)!!

O MEU ORGULHO É MINHA BANDEIRA.


OUI. VOILÁ!!"


As dançarinas mostravam a bunda ao público, passo clássico do can-can. Me pergunto mesmo assim, porque tudo no Brasil tudo termina em pizza e no caso, cabaré importado, putaria e bunda?


3. O que você entende pela seguinte frase:


A banalidade do jogo, referência da saudade, muita coincidência da consciência. Amizade!


Entendo por: A amizade é coincidência da consciência, na qual a saudade desenha a banalidade do jogo.


"Como assim Bial?

4. E para fechar esses primeiros dias de carnaval inútil, apesar dos livros e filmes que tento ver e ler na morgação, o que foi aquilo hem? Aquela cena de ciúme de Mila do BBB com Ralfe? Menina mais um pouco e ela faz xixi no território (nele no caso). Ataque por quê? Ali é uma situação particular, um jogo, onde provavelmente os casais nunca mais se verão.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Queres aclarar, observar, deduzir, narrar despretenciosamene? Bem-vindo! Caso queiras apenas maliciosamente criticar, por acaso não é seu espaço, nem virtual...