domingo, 21 de junho de 2009

Causos nordestinos II




Mais uma saga de São João. E acho que outras virão enquanto esse período junino não passar...Bem, mas voltando ao causo, fomos a um espaço tipo sítio junino com a réplica da tapêra, da merciaria, igrejinha e o salão do forró. Poderia ter sido uma visita simples: passear, comer, beber...mas nada é simples quando se trata de mami Amy. Vestida de vermelho e usando seu nome de guerra, "Marrozinha provocante", foi para o dance do forró e fez aquela corrieografia. Além dos passos tradicionais de forró. Encontravámos ali uma coisa a lá "Caminho das Índias" e dance no queijo ( striptisse)...Imagine todo mundo olhando mami e meu amigo. Pense em duas pareias. Sim, porque um fazia a presepada e outro confirmava. Dançaram do suor pingar, sem contar que a música parou de tocar e os dois continuaram a dançar. Ou seja, dance vazio, silêncio no salão e os dois em ritmos de forró, dançando...

Pois é! Até o locutor do salão se comoveu e perguntou "que amor era aquele?". Aí a bagaceira foi feita. Os dois disseram que faziam 10 anos de casado e que não podiam parar de dançar porque era promessa. Pode? Sem contar que ele disse que mami estava aniversariando, que o nome dela era o meu (pode de novo?) e que ela estava fazendo 29 anos...Enfim, a música parava de tocar e mainha parecia aquelas boneca de mamulengo junina, passeando pelo salão enquanto esperava a banda tocar... Arrematando o discurso do locutador:
"- 10 anos? É sofrimento de mais. Ô é amor demais..."

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