quarta-feira, 24 de junho de 2009

Silêncio


Número discado.
Uma, duas, três vezes.
O que é que passava?
Tudo parecia bem até a noite de ontem...

Mas agora nada. Nenhum sinal.
Não marcado pela palavra, o que fica em silêncio cala. Errupe no corpo.
Nos pedaços falhos que preenche o texto daquela história.
Nos pedaços falhos que preenche uma mensagem de texto para o celular.
Nos pedaços que tentam não calar.
Qual o cálculo lógico daquela precipitação de tempo? Qual o sentido e a satisfação naquilo?

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