quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Colado na bunda ou na cabeça. Ocê quem sabe ô!


Essa coisa meio aqui e lá geograficamente me obrigou a ter mais contato com o celular. Aparelhinho que até pouco tempo abominava por achar muito controle, mas que hoje já está na cabeceira da minha cama. Sempre a espera de uma vez amiga, de um consolo, de um conforto...Enfim, saudades de casa, referência, essas coisas...Mas o engraçado disso é que tenho dois chips e um aparelho emprestado: o de Mami Amy.

Aconteceu que nesse troca-troca de chip acabei perdendo um deles no quarto. Caramba! Tanto cuidado. Não acredito. Depois de ter revirado tudo, quando menos esperei e passei a mão na bunda, lá estava ele: colado. A parte metálica do chip ficou colada na minha bunda e não senti. Novidade? Nenhuma. Por quê? Porque se quando usava roupas as coisas já grudavam na minha bunda e eu nem sentia [e por isso o povo zoava com minha cara], imaginem agora que passo a maior parte do tempo pelada no quarto, morrendo de calor, e cheia de protetor ou hidratante?

Isso foi o que colou na bunda. E o que colou na cabeça? O que minha aluna disse depois que o namorado australiano foi embora...

"- Tudo bem. Com ele aqui ou não. Tudo bem porque eu estou bem comigo"...

Caramba! Que lição. Quase pergunto a ela como ela faz para vender o resultado nas farmácias. Iria ganhar dinheiro a rodo. E dizem que a gente ainda não aprende quando ensina...

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