sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ai, ai! Heróis, heróis. Ruim com eles pior sem eles?


Confesso meu lance sempre foi com o Batman. Por quê? Acho que aquele clima de mistério, a máscara, sem contar a versão dele civil, Bruce. Um rapaz educado, esperto...

O Super-Homem me irritava. Parecia um bobão quando aparecia de Clark Kent, nam!

E o Homem-Aranha? Apesar dos bons filmes lançados atualmente, não sei, ele não batia. Era utópico demais. Sacrifício demais renegar a amada em nome da integridade, enfim...No frigir dos ovos tudo não deixa de ser o remake da utopia da segunda fase da literatura brasileira, onde as mulheres são inalcançáveis e os amores amados e não as pessoas.

Trocamos as torres dos castelos dos livrinhos de história e seus princípes no cavalo branco pelas torres de "Marfin" dos nososos MSNs, a espera de uma mensagem, de um contato, de um resgate virtual, mas e até quando nossas utopias conseguem ser alimentadas pela fanasia em ação com a tecnologia?

O dia-a-dia às vezes me parece tão duro, tão necessário de domir de conchinha e receber o carinho concreto de alguém, que tantas mudanças de formas de contato e intimidade me causam dúvidas quanto ao tempo que suportaremos a distância e o veneno do esquecimento...Não é Mary Jane? E agora ... "Se meus heróis morreram de overdose..."

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