segunda-feira, 22 de março de 2010

Abobrinhas, identificações, vice-versa, tanto faz (parte III)


Todo ano sai uma postagem com esse título. Nesse ano suprimi as analogias porque não as tinha para comentar, mas o resto...Bem, comecemos pelas abobrinhas:

I) Sobre pessoas e baratas: eu não tenho medo de barata, apesar de ser um medo comum das mulheres acho que tive que me tornar meio "imune" a elas. Por quê? Porque minha morre de medo dela e um dia quando era adolescente a criatura quebrou um cabo de vassoura na minha cabeça porque ela me apontava a barata dizendo "Ali, ali!", mas eu simplesmente não a via. E o que aconteceu então? Cabada na cabeça. Faltou somente o toinhonhoim de desenho animado com as estrelinhas girando encima para completar, sem noção do "trem" que tinha me atingido. Sendo que esses dias fui acometida pela síndrome da barata numa situação inesperada. Pois é! A safada entrou pela fresta da janela. Se posicionou estrategicamente na parede lateral da minha cama e quando me dei conta e tirei tudo de cima da cama para matá-la, o super-baratão alçou um voo mortoal com a minha chinelada. Mais parecia um duplo twister carpado mirando dentro da minha camisola.Caramba! E o pior que a bicha caiu encima da minha cama e como colchão era fofo quanto mais batia nela contra a superfície fofa, mas a bicha estribuchava. Caramba! Foi gritinho de "mulherzinha" que Deus me livre. Nesse me recusei a voltar para minha cama até que fosse devidamente higienizada na manhã seguinte;

II) Em um dos milhares de concurso que já fiz na minha vida, veio um cartão de inscrição que me sobrenome era ao invés de Almeida, Almeidão. Isso foi um prato cheio para as galhofas de minha amiga que desde então me chama em qualquer lugar, a qualquer hora: "- Fala do Almeidão!". Só me faltava essa...

III) Uma aluna chegou me contando que foi passar o fim-de-semana em casa quando um cara estranho bate a porta pergunta por sua mãe. Ela disse que a mesma estava ocupada e ele foi pedindo que ela fosse agilizando o processo e que desse uma olhadinha nas carteirinhas que a entregava. Tamanho foi o susto quando ela viu que as carteirinhas eram d eum plano pós-vida, ou seja, garantia de caixão pago, flores, lanchinho no velório, carro de som anunciando a nota de falecimento com o fundo musical do filme Love Story e até gente para chorar no velório. Lembra das antigas carpideiras no sertão? Pois é! A reação dela: "- Mãe! Venha cá! Que história é essa". Ao invés d eum plano de saúde a senhora faz um plano pós-vida? " -Claro minha filha a gente tem que garantir tudo hoje. E não se esqueça de andar com sua carteirinha para todo mundo saber que você não é indigente viu?"
Pois é! Como diria a música do Titãs: "Homem primata, capitalsimo selvagem...". Ter carteirinha de plano pós-vida é sinônimo de garantia e de status viu?

Terminado as sessões de abobrinhas, vice-versa, tanto faz, por fim as identificações nos Comments:

Íthalo: obrigada pela defesa, afinal você convive e sabe como a rotina é dura, mas não se preocupe que apesar de saber que é bom a presença de alguém que me defenda, eu consigo fazer isso bem, então, lá vai...

Anônimo: 1. Pena que você também seja mais um dono das verdades absolutas ao apenas me rotular de "coitadinha". Como dizia Boudelaire, "somos vítimas e carrascos de nós mesmos". Portanto, sou também coitadinha e guerreira quando necessário;
2. Como você é mais um dono das verdades absolutas, tenho que filtrar muitooooo o que você diz, posto que na maioria das vezes pessoas com essas características são por demais fundamentalistas e pouco humildes. Eu, pelo menos tento, reconhecer quase sempre meus defeitos ao invés de estar apontando o dos outros.
3. A vida não é. Ela está sendo. Portanto, sua verdade absoluta mais uma vez cai por terra quando se restringe aos tão clichês essencialismos, longe-longe dos tão discutidos processos que são as nossas vidas. Essência de dó, rsss;
4. Lembrando um pouco da minha rebeldia de faculdade: "Que falem de mim, mas falem!". E se você perde tanto tempo para ler e me criticar talvez você tenha sentimentos ambivalentes demais em relação a mim, um misto de amor e ódio. Eu? Eu não sinto nada por você. Nem sem quem você é. Sabia que você me faz rir? É! Por quê? Porque você é engraçado: um anônimo, alguém que nunca existiu para mim, se preocupando em me psicologizar. Alguém que se esconde no anonimato talvez por covardia, paranóia ou medo...Ou como já disse tantas vezes: a diplomacia e a suposta "ética" muitas vezes serve para escamotear esses tipos de sentimentos e hiprocrisias;

5. Pronto. Agora já chega porque minha semana bem começou e acho que já perdi tempo demais com você. E talvez seja isso que você queira: um pouco de atenção e de emoção a qual sua vida provavelmente não deve ter. Meu blog deve animar muito. Que bom! Esse espaço também serve para isso. E nada melhor do que o "BBB" do meu blog para você tê-las ou então, ver em mim sentimentos que talvez sejam seus e não meus, como dó. Dó de si mesmo, não é verdade? Ou não....Afinal admitir um erro não seria tão ou mais corajoso do que a autopiedade?Tenha uma ótima semana.





4 comentários:

  1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ameiiiiiiiiii...

    p.s. eu sou a maior mentira q existe.

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  2. ah...vc q está dizendo na sua verdade que eu tenho verdades absolutas...só falei uma impressão que tive, de um texto lido...afinal, quem é vc pra mim se não só palavras...

    te cuida olhos verdes e relaxa srrsrsr

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  3. ah...que eu saiba vc com sua verdade q está dizendo q eu tenho verdades absolutas rsrsr...

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  4. e ainda sou repetitivo...um saco ó!

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