quarta-feira, 12 de maio de 2010

A Bri...




Um acaso: o risco.

Uma oportunidade: o lance.

A receptibilidade: a surpresa.

O desenlace: as afinidades.

A confiança: o encontro mútuo.

A aventura: o surrealismo.

A companhia: o desejo.

A fome... e a vontade de comer...

Ao cheiro, o som crescente: leve, leve, leve. PESADO! Como num quem diz:“eu posso?”

Não pode! Deve, posto que já dizia a esfinge: “Decifra-me ou te devoro...”

A intensidade: o bis.

Ao pós: o transe.

Ao pit-stop: a falta.

A falta: a expectativa...

A expectativa: a fantasia.

A fantasia: um novo kama sutra.

Para espera: um paliativo.

Como paliativo: um recado, um e-mail, notícias, um sinal de fumaça, um recado no banheiro, que seja então!

Que lembre do meu cheiro...”- lá ficou grafado.

Um sinal de que aquilo que é surreal possui um duplo caráter:

o de buscar o acerto, o conserto, justamente naquilo que desconserta, que incomoda, que sai da ordem, ou seja, na bricolage de ser e de estar sendo o que se permiti e se quer ser/ver.

A bricolagem de um intenso, longo e novo instantâneo e surreal.

Diretamente de sua realidade

Comments

André: Pois é! E viva a surrealidade, não acha?

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