segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Boa semana



Comments:
LOUCO PORÉM SENSATO: contraditório não, esse nick? Quem é louco já não perdeu a sensatez? rs. Em relação as mães como são humanas acho que também erram e quanto ao meu mundo virtual, seja bem vindo!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Pedacinho de papel a um amor perdido


Oi,
Desculpa. Hoje não tive como evitar e, e, e.... acabei escrevendo esae bilhetinho para você. Ultimamente, mais do que nunca sinto muito sua falta. Sinto seu cheiro no meio da rua e quando menos espero...Procuro sua boca no meio de tantas outras...Seus olhos então! Esses parecem que estão aqui. Agora. Nesse exato momento me fitando profundamente...Tchibum! Me perco e me encontro nas profundezas esverdeadas do teu mar... Mas parece que finalmente consigo compreender o real significado da reabilitação.

P.S.: Não é que não sinta falta. Não é que não lembre. Não é que não deseje...simplesmente com o tempo dói menos, sinto menos raiva e sedo menos ao ímpeto de me entregar ao que não tem sentido para nós.

Commets.:
Patrícia: estou acompanhando seus comentários no blogtá?;) Desculpa a demora em respostá-los mas ando um tanto relapsa com o blog...me sinto lisongeada por "ler-me";

Ithalo: como sempre valeu a força, bejim

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

É cada uma heim!? Vou te contar...


- Estava falando aqui que já te conhecia...
- A é? - indagação que foi acompanhada de um aceno negativo da cabeça junto com a expressão de quem está estava realizando um esforço comunal para tentar lembrar de algo, um fisionomia, uma vaga lembrança...
- Eu conheço você por causa de "Fulano"... - referindo-se a um ex do recpetor da mensagem - na verdade, acompanhei aquela história enrolada dele com "Cicrana". Fui um telespectador.
- A... preciso trabalhar - o receptor.
- Opa! Desculpa! Não devia ter tocado nesse assunto.

O interlocutor referia-se a um triângulo amoroso pelo qual o receptor havia passado a alguns anos e do qual saiu como a parte traída e enganada...Por acaso a vida alheia de alguém tratava-se de algum reality show? Como é que alguém tenta estabelecer uma aproximação fazendo esse tipo de comentário? Tem gente que é sem noção mesmo. Vou te contar...

domingo, 8 de agosto de 2010

Você se acha um filho especial? Por quê?


Minha mãe me fez essa pergunta, título desse poste, e tema de uma promoção promovida por um rádio local em homenagem ao dia dos pais. Eu respondi que sim e daí fui apresentar os porquês. Claro que de súbito respondi enquanto filha de minha mãe e não como sendo também filha do meu pai. Estranho não é? Talvez só um pouco...

Enquanto filha do meu pai, sinto por ele não ter tido a oportunidade de saber e sentir o que é amar e ser amado por alguém que ao mesmo tempo que é tão semelhante a si e tão diferente. Entretanto, para mim é por demais utópico crer num instinto natural na medida que afetividade trata-se de uma construção interpessoal nos momentos de dor e de amor.

Já enquanto filha da minha mãe acredito que sou especial na medida em que não poderia ser diferente com que assim o é: especial. Especial uma vez que não por "acidente", mas por opção decidiu ser pai e mãe. Decidiu ser "pãe". Decidiu dar mais do que comer e vestir. Deu carinho, amor, cuidado e apoio. Apoio para nos defender das adversidades que o mundo nos compele e até mesmo para nós próprios sermos a adversidade. Uma mãe que tinha tudo para dar errado, para reproduzir a aridez de não ter aprendido, nem sentido o que é ser pai e mãe, entretanto, que optou por ser e fazer diferente.

Sequelas? Claros que existem. É inevitável não pensar o quanto a vida poderia ter sido mais fácil na presença de um pai presente e atuante. O quanto menos desprotegida poderia ter me sentido e certamente menos ameaçada, como se todos pretendessem machucar, trair, abusar ou abandonar. De certo mais vezes teria abandonado minha armadura de que tudo pode e sabe não precisando de nada nem de ninguém, apenas de si.


Comments:
Jad:
  1. Pensei exatamente nesse poema quando estava escrevendo esse poster. Ele é muito emblemático quando descreve sensações um tanto indescritíveis;
  2. Eu realmente não sei qual o pior final, mas não acredito que o cerne do problema em perder para outra/outro esteja em nossa competência/incompetência. Acredito que essa percepção é por demais individualista quando qualquer relação trata-se de um empreendimento a dois e nada individual, mas no mínimo interpessoal ;)
Ithalo: valeu!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Das inverdades absolutas do amor

É inevitável falar de amor sem nos remetemos as nossas próprias histórias. Ontem, depois de fazer um SOS a um amiga foi inevitável não perder o sono por causa disso. Ou melhor, foi inevitável não pensar sobre as dores de amor. Então, pensei nas dez verdades absolutas sobre dor de amor:

  1. A única certeza que podemos ter é que não há verdades absolutas, muito menos sobre dor de amor, o que existe é um mar de incertezas e possibilidades. Sendo clichê: "tudo é relativo";
  2. Nem toda a dor de amor do mundo já sofrida nos imunizará das dores futuras;
  3. Em um minuto podemos estar no céu com seu amor e noutro irmos direto para o inferno sem escala;
  4. A dor após o termino pode ser tão grande que a única coisa que talvez consigamos implorar é "morfina direto na veia", ou seja, anestésico pela insuportabilidade da dor;
  5. Todo relacionamento trata-se de um investimento de dois tipos: de risco e de alto risco. O de risco você investe diretamente na bolsa de valores, mas deixa uma pequena reserva para recomeçar, caso algo dê errado e ela "quebre". Já o de alto risco você investe tudo, então, pode ganhar ou perder tudo num minuto. Traduzindo: é preciso ter um reserva emocional quando nos relacionamos com alguém, o que significa que precisamos gostar muito mais de nós mesmos do que de qualquer outra pessoa, portanto, as fontes de amor e de prazer são múltiplas e não uma única pessoa;
  6. Depois de pedir morfina na veia, assumido um investimento de risco ou de alto risco, "O destino" pode lhe pregar uma peça e "perguntar": - E aí? Você tem duas alternativas: ou nunca mais amará ninguém, ou aceita a inexorabilidade de amar mais uma vez e sofrer tudo novamente. Você pode optar por não mais passar por isso...quem sabe!?;
  7. Diante da dor, você pode optar por se culpabilizar e não enxergar que por mais amado que o sujeito de amor seja ele também é imperfeito e um relacionamento a dois quando não dá certo é porque a sintonia a DOIS não deu certo cara pálida;
  8. Escolha qual o pior final: "eu não gosto mais de você, "eu gosto de outra",
  9. A sensação de dor ante a perda pode ser tão grande que você pode chegar a sentir o coração doer, mesmo ele não tendo terminações nervosas. Podemos perder a vontade de comer, de dormir e desejar que um buraco nos engula. Nesse momento pode ser que chegue a conclusão que a morte é mais fácil;
  10. E para superar a dor do amor é preciso que nunca esquecemos da regra principal: Goste de quem goste de você.