domingo, 28 de novembro de 2010

De frente a vitrine


Me imaginei de frente a uma vitrine. Pensei em seus sentidos de perfeição - mesmo que relativa para cada pessoa- de exposição, de "intocável", seu apelo ao consumo, de glamour, a sua variedade de temas...mas nem um dessas era o sentido no qual pensei minha vitrine.

Todos nós arrumamos a nossas vidas conforme vitrines. Alguns mais ou menos preocupados com os itens listados acima, mas o sentido mesmo que pensei em dar a minha vitrine se refere a poder olhar-desejar-conseguir. Pois é... a minha é do tipo simplezinha sem grandes marcas e que só alguns convidados mais chegados podem entrar e até tocar, desorganizar e "pitacar".

Minha vitrine é cheia de sonhos por se fazerem, mas o que eu mais queria que tivesse é que ela fosse possível. Assim: sabe aquela vitrine que você passa, olha, diz para si mesma: "- eu quero!". Experimenta vê que dá certo e leva? È isso que mais gostaria que tivesse em minha vitrine: arrumá-la conforme meus sonhos e possibilidades reais e daí poder levar às vezes para casa coisas que mais desejasse...

Acredito que o tema geral e principal seria realização profissional com segurnaça, 70% de prazer e 30% com dinheiro. Os demais temas que adornariam seria um "amorzinho num canto" e paz do outro". Simples, pequenininha talvez, mas tão distante quase sempre...Parece que existem vitrines maiores acessíveis a umas impossíveis a outros, por menores que sejam...

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