segunda-feira, 25 de abril de 2011

“Aquela voizinha aguda...” Hem!? Viajando na Maionese.

Depois de um tempo longe das paradas do “antissucesso virtual” voltei a escrever e como o próprio layout indica, “Sob nova direção”, já que me sinto outra pessoa... Objetivando postagens mais curtas [Ufa! Pelo menos vou tentar! Afinal há tanta coisa importante que fica difícil resumir né!?]....

Então acrescento ao título dessa postagem “aquela voizinha aguda e muitas vezes irritante...”. Depois de ver e rever não seis quantas “trocentas” milhões de vezes a História de “Pinóquio” para realizar um trabalho abordando relação pai e filho, desejos enquanto possibilidades e as consequências ao escolher “o direito ou esquerdo, o certo ou o errado”, o personagem do Grilo Falante é eleito pela Fada Azul “- A consciência de Pinóquio”.

D
e narrador observador, de roupinhas velhas e mal trapilhas, a personagem com roupas brilhantes e de nobreza aristocrática. E por quê? Porque apesar da consciência ser “aquela voizinha aguda...” acrescido por minha própria conta e responsabilidade do, ” irritante” - já que no mundo que a gente vive ter consciência pode ser sinônimo de martírio, impotência e frustração – a consciência parece pequena e no fundo é simples, porém quando alcançada é tão distinta e nobre quanto as roupas de um rei...Ham!? Será que viajei na Maionese de tanto assistir? Sei lá! Fica a dica ou a reflexão: Apesar da nossa aparência superficial de riqueza e “nobreza” somos no fundo simples, conscientes?

Correio virtual....
Patrícia: Muié o blog é o mesmo, eu que privatizei por um tempo e fiquei sem escrever...vc sabe essa vida de celebridade às vezes cansa...kkkk, mas seja bem vinda de novo....bejim

Jad: kkk, pois é muié to reabrindo o Xó para visitação novamente porque se o seu é BU, o meu é Xó...e não pense em torneira com som de xorororo...tinha que coroar minha volta a blogagem pública com chave de ouro, e foi na caixa de chá verde e substituindo alguns coisitas que o bicho fica quase que compeltamente natureba, mas fiz com o" junta", junta o que tiver e faz...

domingo, 24 de abril de 2011

"Amélia é que era mulher de verdade..."

Parafraseando a música de Ataulpho Alves e Mário Lago, venho descobrindo que um pouco de "Amélia" não faz mais a ninguém e pode até ser divertido. Mesmo para quem não tem tanta experiência na área da culinária. Bem à lá aos filmes "Como água para chocolate", "Sabor da Paixão" sutilmente incorporado a nova novela "Cordel Encatado" pela personagem da cozinheira "Maria Cesário", a comida é capaz de expressa sentimentos e estados emocionais. Lembrem-se como o bolo de banana leva canela, essa é uma especiaria que
aquece os corações.
(foto do celular: bolo de banana
para aquecer o coração)


Receita simples que vi numa caixa de chá verde. Lá vai:
  • 3 bananas;
  • 1 xícara de açúcar;
  • 1 xícara de farinha (a receita indicava farinha integral, mas fiz com farinha branca);
  • 1/2 xícara de aveia em flocos;
  • 1/2 xícara de leite (acrescentei ao leite três sachês de chá de maçã com cravo e canela para saborizar mais a massa);
  • uma pitada de sal;
  • uma colher de sopa de fermento;
  • 50 gramas de manteiga.
  • Canela (untar a forma com manteiga e polvilhar com canela e açúcar)

Modo de preparo: junte todos os ingredientes secos e por fim as gemas sem pele e o leite saborizado. Ao final acrescente as claras em neves. Coloque a massa na forma untada com manteiga, canela e açúcar polvilhado. Em forno pré-aquecido deixe o bolo por 30 minutos. Esse material rende um bolo pequeno e deve ser feito com bananas bem maduras.