quarta-feira, 29 de junho de 2011

Quarta-feira irônica: julgamento nas pequenas causas


No capítulo "Caminho das Pedras da Burocracia", comecei a narrar minha saga com uma empresa fabricante de impressoras de renome no Brasil e o juizado do consumidor. Hoje após quase vinte dias de espera pela audiência, além da expectativa e relatos encorajadores:
  1. "Lembre-se caso não compareça no dia da audiência em local e hora marcados você paga o "preju" a empresa denunciada;"
  2. "Não se preocupe as coisas nunca se resolvem na primeira audiência de conciliação" [De fato pude constatar isso. Próxima audiência de instrução sem recursos a exatos dois meses e quinze dias. Somente! A empresa queria devolver o dinheiro da compra, mas nem arrolou o valor de dois cartuchos novos que comprei no momento da pane do eletrônico. Ou seja, continuaria no prejuízo, partir daquela máxima popular que "é melhor um pássaro na mão do que dois voando"];
  3. Além da massada que é a sala de espera, já que você chega com um mínimo de antecedência para evitar imprevistos comuns em dias de chuva, me senti dentro de um mercado público: muitos passantes em corredor pequeno, uma gritalhada chamando as pessoas para as salas, partes arroladas em processos distintos discutindo como quem anuncia uma guerra prestes a acontecer;
  4. Encerro o relato, a minha indignação consiste por mais tempo perdido e pelo fato da língua estar coçando por não poder denunciar a empresa "mal-caráter do olho junto". Lógico, preciso me defender de possíveis processos por calunia e difamação já que a lei parece ser feita para poucos e não todos...[Um conhecido disse que um internauta gravou um vídeo esculhambando uma empresa de eletrodomésticos e em menos de vinte e quatro horas a empresa entrou em contato para ressarcir o dono...Mas vai lá saber né!]

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