sábado, 30 de julho de 2011

Tudo pode dar certo

Esse é o nome de uma comédia que não tem nada de pastelão. Por favor, nada contra. Também as adoro porque sou besta para rir. Mas para quem acabou baixando-a na net ao acaso, recomendo! Escrito e dirigido por Wood Allen, o que aguçou ainda  mais minha curiosidade depois que li a crítica de seu mais recente filme "Meia-noite em Paris". Aclamados por uns, rechaçados por outros. Menos instânaneo, menos efeito especial, mais roteiro. O fato é que pensar, rir e divertir não são verbos intransitáveis porque é possível fazer tudo isso. Se o trecho e o trailler não falam por si só, pelo menos murmuram o que podemos esperar da obra: a realidade pode ser paralela e nesse exato momentollaguém pode esatr nos assistindo como nós assistimos a eles, num filme.

"Isso comprova que o universo é um acaso sem sentido. Tantos esquemas e sonhos para encontrar a pessoa certa...e eu pulo da janela e caio nela...Isso mostra o quanto o coração é irracional! É por isso que não me canço de repetir isso: qualquer amor que possa receber e dar...qualquer felicidade que possa receber ou fornecer...Cada breve gesto gentil , qualquer coisa que funcione[vale a pena]. E não se engane. Nem tudo depende da genialidade humana. Grande parte de sua existência é mais sorte do que gostaria de admitir."

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Quarta irônica: e que tal um banheiro cromoterápico?

Sinceramente essa minha família é muito engraçada...Há um ritual "milenar", passado de pais para filhos, em utilizar a luz do banheiro que não seja nem a florescente, nem a encandeceste, mas as coloridas. E como surgiu esse ritual milenar? Era uma vez uma lâmpada que queimou no meio da noite e minha mãe de improviso colocou uma lâmpada laranja pequena que estava guardado no meio de umas catrevagens. Daí chegou um espertinho aqui em casa e perguntou: 
- Mas e aonde vai a casa da luz de vermelha?
- Pois! Está lhe incomodando. È moda! - minha mãe
 Daí por diante, nada foi o mesmo, a luz permaneceu. Eu, como faço tudo para não discutir sobre probleminhas caseiros pequenos, nem ligava. Mas essa luz parecia mais o highlander, imortal. Até que um desses dias reparei que a cor noturna no banheiro estava diferente. E o laranja morreu, mas em seu lugar: Tchanan! Estava uma linda luz verde. Como eu sei que não há um estoque de luzes coloridas em casa e que a mamy adora uma irreverência. Já entendi automaticamente que os nossos momentos privados e privada acabaram de ganhar um toque especial.
  • Laranja – Ajuda a eliminar gorduras localizadas, estimula a comunicação, a criatividade, a generosidade e o entusiasmo.
  • Verde – Acalma o coração e a mente, possui ação anti-séptica e vaso-dilatadora. Também é energizante e proporciona esperança e satisfação pessoal 
Bem, acho que mamy mirou no que viu e acertou no que não viu. Esse negócio de ação anti-séptica e satisfatória é bem a cara dela num lugar privado.



sábado, 23 de julho de 2011

Talento, loucura ou fragilidade?


Para quem gostava da voz marcante da cantora que misturava ironias da vida com soul e jazz, é impossível não falar sobre a morte da cantora Amy Winehouse. Uma surpresa para alguns externada de modos distintos por meio de cenários impossíveis de ser completados, mesmo pós-morte da “ótima cantora, interprete e letrista desse século”.

Além do talento materializado nas músicas, o que Amy deixará como legado? Os chavões, o lugar marcado e estereotipado, de que os “bons morrem jovens”? Ou ainda, de que “os meus heróis morreram de overdose? Comparada a figuras lendárias do rock in roll, como Jimi Hendrix, James Joplin e Jim Morrison, seria mais uma que não suportou a pressão da fama? “Os clichês podem ser vulgares, mas às vezes explicam muito”...

Não sei ao certo se para “vender a moda do politicamente correto porque é “feio” não sê-lo”, nessas últimas notícias Amy também foi definida como frágil. As drogas de fato fragilizaram, fragmentaram, descolaram, o quem era do quem poderia ser. Entretanto, a dependência química reduzida a uma doença, a foice da morte dessa cantora, não contempla a complexidade e a singularidade de sua existência. Até mesmo porque enquanto guardarmos nossa loucura nos porões obscuros do interdito, mesmo quando essa mesma loucura faz parte da condição de qualquer ser humano, inclusive o que se esconde na rotina de sua “normalidade”, estaremos fadados ao simulacro e a o vazio de qualquer forma de expressão de liberdade, seja do sofrimento ou da felicidade.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Quinta social: dia do amigo. E o do inimigo?

Todo ano tomo a iniciativa de ligar para os mais chegados e desejar "feliz dia do amigo". O que deveria ser lembrando todos os dias claro. Mas, diante, das semanas de cão que venho tendo, hoje fiquei a pensar: por que não um dia do inimigo? Exatamente aquele dia que você faria um "ritual" de expurgação daquela "entidade" maligna que não canta para subir. Igual a Judas em Sábado de Aleluia? Nada contra, mas estamos por demais na moda do "politicamente correto"! E tudo é feio demais para se dizer....É um tal de querida para cá, uns beijinhos que nem se encostam, que Deus me livre! E a falsidade depois, por trás, fazendo que o "pau coma de esmola". Minha listinha de "Feliz dia do Inimigo" e que vá para o inferno deveria contemplar:


  1. o chefe;
  2. o tempo que me enche de obrigações e pouca diversão;
  3. a inflação que come meu dinheiro;
  4. os "arrumadinhos" em todo tipo de emprego e relacionamento acadêmico;
  5. a falta de coragem em dizer na cara;
  6. os dois pesos e duas medidas para uns e outros não (injustiça);
  7. e nesse número cabalístico aquelas personagens de novela melosas que só sofrem e não reagem;
  8. a terapeuta também!
  9. e por fim, as calorias do chocolate.
Com certeza, deve ter mais coisa para mandar para o inferno, mas...Encontrei em uma única página na net que seria dia 23/08 e nada mais...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Quarta-feira irônica: mulheres e liquidação (parte I)



Ao termino do São João em Campina Grande, mais um fenômeno acontece: as liquidações! E daí enquanto passavamos em frente numa loja central que vende marcas nobres havia uma fila enorme. Detalhe: a três dias que passava em frente a mesma loja no meu percurso cotiano e o mesmo fenômeno da fila fora da loja e de portas fechadas acontecia.



- O que é isso?
- fugitiva do sol.
- Gente comprando - eu.
- É festa - fugitiva do sol.
- Ham? Sim porque pela quantidade de gente deve estar havendo uma festa dentro da loja - fugitiva do sol

sábado, 16 de julho de 2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Quarta-feira irônica: da realeza a plebe


Passado o festival de música em Campina, no programinha de casais, ao final do concerto vamos aos diálogos:

- Poxa! Não tem nada aberto para gente ir, comer...- era uma quinta-feira quase 23:30 - personagem 1.

- Eu conheço um lugar. Que tal o "Porcão" na liberdade? - personagem 2

- Pense num paradoxo! A gente acabou de sair de um concerto de música clássica e vai para um lugar chamado "Porcão" - personagem 3

- Tá bom! Esqueci que todo mundo aqui é extremamente erudito e que depois desse concerto ninguém mais vai querer se misturar...- personagem 2

Para confessar até para mim era demais. Mas não fomos e retornamos a casas.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sexta-feira poética: inspirado no II Festival Internacional de Música de Campina Grande


Inspirado no II Festival Internacional de Música em Campina Grande pela apresentação do contrabaixista Thibault Delor, ontem, quinta-feira, que sensivelmente soube combinar música e poesia, tornando o momento ainda mais tocante...

"Quanto mais fundamente penso, mais profundamente me descompreendo. Só a inocência e a ignorância são felizes, mas não o sabem. São ou não? (...) Quanto mais claro vejo em mim, mais escuro é o que vejo. Quanto mais compreendo menos me sinto compreendido".
Fernando Pessoa

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Quinta-feira social: o mico das capacitações


Gente é cada absurdo que acontece em capacitações que não sei não. Houvi uma vez de um doutor em "tralalala" que capacitação é coisa pobre para gente pobre. Sem avaliar a insensibilidade social dessa afirmação, o que está por trás dessa frase é que geralmente as capacitações são planejadas no" há tem que acontecer: façamos de todo jeito. Mas acho que do mesmo jeito que tem dicas para entrevista de trabalho deveria haver dicas para os palestrantes de como organizar e realizar uma capacitação. Por isso evitem o mico. Falo dos dois lados da moeda. De quem já fez, participou e elaborou capacitações. O que sempre estar atento:

  1. É preciso planejar. Qual o perfil do público alvo: mais dinâmico? Mais acadêmico? É jovem? Mulheres?
  2. Se prender a atenção de estranhos por uma hora é difícil, imaginem por mais de duas. Mesmo com coffee-break é preciso pensar em estratégias de dinamização do encontro;
  3. Pelo amor de Deus parem! De usar slides shows, movie make (filmezinhos) e principalmente Dinâmica. Que raio é esse que todo mundo só pensa em fazer dinâmica hem? Uma dinâmica mal realizada é um tiro no pé. É instrumento certo para hora certa e público também;
  4. Gente vocês sabiam que existem outros recursos de apresentação e dinamização como leitrura de poesia, poemas, crônicas, letras de música e programas de apresentação como o PREZI. Pesquise no google sobre esse programa. Bem melhor do que o slide show e diferencia não é? Olhe até uma ginásticazinha cai bem;
  5. Até aquele "jogar de conversa fora" no momento do encontro vale. Ou seja, pergunte sobre a rotina. Pontue suas colocações de palestrante tentando interagir com a realidade e os exemplos trazidos pelos participantes. Os traga para conversa. Não se contente com o silêncio absoluto, muito menos com aqueles que falam por todo mundo. Empatia é um vínculo que deve ser construído no encontro, mais do que derramar litros e litros de palavras porque o que for absorvido ficará;
  6. Finalmente: pense numa palestra de capacitação como uma dança. É preciso domínio de conteúdo, diplomacia, habilidade para promover discussão, boa dicção e principalmente capacidade de bailar no espaço. ou seja, NUNCA! JAMAIS! JAMAIS! Fique como um dois de paus parado horas a fio. Movimente-se. Ocupe os espaços. Dirija-se a platéia. Já ouviram falar em presença de palco? É isso mesmo;
  7. Há! Ia esquecendo. Por mais que não quera abordar temas polêmico é preciso pontuá-los, mesmo que sinteticamente. Tendo em vista que geralmente o participante de uma capacitação geralmente está pensando: "Sei! É fácil falar! Vem para o meu lugar, nas condições que eu tenho e faça melhor!". É preciso dialogar com a experiência de quem participa e acolher as angustias, inquietações e indagações com naturalidade. Nem sempre um assunto polêmico precisa ser levado as raias da loucura ou precisar sair do local com todos convencidos. Entretanto, saiba conduzir porque senão é possível que pague mais um MICO, além da cara de tédio de alguns, o silêncio prostrático de outros e um belo: Aff! Não aprendi nada! Que pessoa chata!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Quinta-feira social e insana

Ufa! Pausa. Passando rapidamente para comentar "Profissão Reportér" de quarta-feira nunca me senti tanto numa profusão de mudanças como nessa matéria...E apesar da aflição que toda mudança promove, acredito que são necessárias. O que não quer dizer que eu tenha opiniões formadas sobre tais movimentos:
  1. eu ainda não sei "tudo" sobre se o movimento gay. Se deve levantar uma bandeira de opção, condição, traço genético...mas isso de fato par amim não é determinante porque prefiro vê-los como cidadãos que devem ter seu direito respeitados;
  2. Não sei se de fato a alusão/metáfora a símbolos católicos foi tão desrespeitoso. Dizer que ninguém está a salvo do HIV, inclusive os que se acham santos, é ruim? E o que dizer quanto aos escandalos nos quais a igreja vem se envolvendo ao longo dos anos quanto a vida sexual ativa, e muitas vezes perversa, de seus discípulos ?
  3. Ou seria pior " tapar o sol com a peneira" quando representantes da Marcha para Jesus dizer que amam os homossexuais, mas não apoiam a sua postura, sua condição?Não seria uma saída a francesa pela direita?;
  4. Não concordar com uma condição, um direito, dá o direito que um heterossexual chute e agrida outros homossexuais e até uma reporter que os acompanhava por expressarem sua liberdade garantida consitucionalmente?
  5. E a Marcha pela liberdade? Eu de fato não sei se seria melhor liberar ou não a maconha. Sei que álcool e cigarro também são drogas, legalizadas e possuem tma´bem poder destrutivo se tanto ou mais também não sei. Como li ou ouvi em algum lugar as drogas não levam ninguém a ser o que não é. Permitem um falso poder. Uma falsa solução. Um falso alívio que tem como principal arma, a desintegração progressiva da personalidade do indivíduo. E sei que quanto maior a repressão maior também pode tornar-se a curiosidade. E a repressão de agora em nada ajudou para que novas drogas não entrassem no mercado a exemplo do lixo do craque, o OX.
  6. Mas o que ficou naquilo tudo é que tabus sempre existirão e não adianta não falar sobre sexo, não falar sobre gays, não falar

Quarta-feira irônica: é cada uma que vou te contar...


Em pleno encerramento das festas juninas, onde o vuco-vuco de pessoas embarcando e desembarcando aumenta, era preciso sair da UFPB e chegar na rodoviária em apenas 30 minutos. É ora do TAXI.
"- Rodoviária urgente!

- Certo - taxista - A senhora vai para onde?
- Para Campina.
- Já comprou a passagem?

- Já.
- Então se não pegarmos trânsito dá tempo, mas se fosse em Recife...Não dá para fazer isso não. E em Fortaleza então...

- Verdade.
- As pessoas correm não é? Eu fico me perguntando por que? Ai o "óleo do motor afina", "O motor pifa" e ninguém sabe o porquê !? - riu o taxista e nesse momento me perguntei:"Aquilo era uma indireta/direta para mim? Ele estaria profetizando que iria morrer? Ela estava usando a política de afastar o cliente...puxando assunto quando o passageiro não quer papo e não fazendo aquilo que se propõe um serviço de táxi: agilidade, praticidade e eficiência no transporte?

- Ainda está tendo festa de São João em Campina?
- Está sim.
- A violência contra a mulher em Campina vem aumentado bastante !? É porque os homens querem se sentir donos, proprietários e aí matam de todo jeito...
- bem essa é a hora de pular do táxi? Seria mais uma indireta? Por que justamente o tema de violência contra a mulher sem mais nem menos? Tema errado na hora errada?

Desembarque a tempo. Ainda bem...Mas é cada uma que acontece viu, que não sei não. E olha que aqui tem apenas um compacto, afinal 30 minutos de conversa é muita coisa.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Qual seria seu "Homem Invisível"?


Inspirado no filme que virou mini-serie na globo "A Mulher Invisível" interpreado por Selton Melo e Luana Piovane na primeira versão, decidi, respeitando as características do filme, criar um 3x4 de como seria meu homem invisível. Retrô das características do filme:
  • "Amanda"- personagem interpretada por Luana Piovane que era uma mulher invisível criada pelo personagem Pedro, enquanto esse refugiava-se causada pela separação de sua mulher que o abandonara.
  • (Amanda - N)= Amada. Aquela (aquele) que quer ser amado, que ela era uma extensão da imaginação dele, do Pedro, ele queria ser amado;
  • Como era de se esperar, Amanda, encaixava-se em todas as fantasias sexuais de Pedro. Uma fantasia masculina coletiva de que todo homem deseja:
  1. uma vizinha "boazuda", tipo Luana Piovane;
  2. que cuide dele com uma roupinha de empregada sexy;
  3. que em troca não peça compromisso algum;
  4. que não fique com raiva caso ele saia à noite com os amigos e pegue algumas "amigas";
  5. que o espere voltar da festa nua, embaixo de lençóis de seda;
  6. que adore futebol e entenda tudo sobre os clássicos dos clubes, inclusive da terceirona do futebol;
  7. que já tenha tido experiências sexuais incríveis como nadar nua, um caso com o padrasto, ou então, tenha feito sexo com freiras quando inclausurada no convento...quase uma Lolita para não perder em graça e suposta ingenuidade;
  8. e que sempre o coloque para cima, dando-o força para fazer as maiores loucuras.
Enfim, se não esqueci nada mais e seguindo a mesma linha. Tentarei também ser uma mulher comum, ou seja, que tem desejos comuns a todas as outras...e olha, que essa tarefa de fato vai ser árdua, já que faço questão de exercitar meu lugar fora do clichê, do óbvio...mas vamos brincar um pouco:

1. um vizinho gostosão
Bradley Coopr de Se beber Não Case

















2. que use uma roupinha sexy de mecânico, cowboy, marinheiro...

Brad Pitt em Lendas da Paixão


















3. que em troca IMPLORE compromisso E AMOR ETERNO;

Aidan em Sex in The City















Para a sequencia a seguir:
4. que fique em casa esperando calminho enquanto você volta da Night;

5. que o espere voltar da festa com um jantar à velas, a ponha para dormir, dê um banhio, uma massagem, algo bem aconchegante;


6. que adore filme água com açúcar, comédia romântica, serenata...
Ashton kutcher em De Repente É Amor
















7. que já tenha tido experiências sexuais incríveis... sem jamais esquecer de reconquistá-la todos os dias...
Mister Big de Sex in the City













Gente realidade e ficção se misturaram tá?
...Se não fui criativa desculpa aí, mas é que "a realidade é mais forte do eu...". Afinal homens que reunam TUDO ISSO só em fantasia mesmo...E o 3x4 do seu homem invisível como sairìa?

domingo, 3 de julho de 2011

Fim-de-semana blogando



Mulher perdigueira. Esse foi o título do livro que me chamou atenção no Serendipities. Lembrando que perdigueiro é um adjetivo atribuido ao cachorro perdigueiro, aquele que caça aves galináceas, mas também recebe a atribuição como palavra popular relacionada a perda e prejuízo...Mulheres que perdem? Que caçam homens galinhas? Curioso...

"O ansioso é o que tenta sabendo que vai dar errado. Ele quer dar errado para provar que sua teimosia valeu a pena. Na ausência de dificuldade, não há glória na mortificação. Na ausência de entraves, serei um desempregado amoroso. Eu me fio nas urgências, nos problemas, nos conflitos para me valorizar. Longe dos incômodos, terei que vadiar minha alegria, o que raramente me permito... Há um delírio de grandeza, o mundo não irá continuar sem aquele ato, que o universo das relações afetivas depende de minha resposta. Na minha imaginação, sou sempre o sobrevivente dos filmes apocalípticos, aquele que escapou de um maremoto, da bomba nuclear ou de um vírus letal. Isso me lembrou o quanto já sofri à toa (...) Não pode ser sadio o que nos irrita. Ficava ranzinza, ameaçado. O ansioso se enxerga, pronto a ser denunciado. Uma paranoia forçada. (...) Dedicação é o que a gente faz sem nos agredir, aquilo que ostentava poderia chamar de renúncia. Eu me batia, eu me esfolava, eu me censurava, eu me humilhava...."

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sexta-feira fatalle: maquiagem ao contrário

Para quem gosta de um make com sombra preta, aí vai a dica do vídeo nesse site. A novidade? Diminuir as possibilidades de ficarem resíduos da sombra preta no rosto e pode ser usado para disfarçar o cansaço. Esse é o meu preferido nos dias de bom humor e para dar um up. Confira aqui.