quarta-feira, 27 de julho de 2011

Quarta irônica: e que tal um banheiro cromoterápico?

Sinceramente essa minha família é muito engraçada...Há um ritual "milenar", passado de pais para filhos, em utilizar a luz do banheiro que não seja nem a florescente, nem a encandeceste, mas as coloridas. E como surgiu esse ritual milenar? Era uma vez uma lâmpada que queimou no meio da noite e minha mãe de improviso colocou uma lâmpada laranja pequena que estava guardado no meio de umas catrevagens. Daí chegou um espertinho aqui em casa e perguntou: 
- Mas e aonde vai a casa da luz de vermelha?
- Pois! Está lhe incomodando. È moda! - minha mãe
 Daí por diante, nada foi o mesmo, a luz permaneceu. Eu, como faço tudo para não discutir sobre probleminhas caseiros pequenos, nem ligava. Mas essa luz parecia mais o highlander, imortal. Até que um desses dias reparei que a cor noturna no banheiro estava diferente. E o laranja morreu, mas em seu lugar: Tchanan! Estava uma linda luz verde. Como eu sei que não há um estoque de luzes coloridas em casa e que a mamy adora uma irreverência. Já entendi automaticamente que os nossos momentos privados e privada acabaram de ganhar um toque especial.
  • Laranja – Ajuda a eliminar gorduras localizadas, estimula a comunicação, a criatividade, a generosidade e o entusiasmo.
  • Verde – Acalma o coração e a mente, possui ação anti-séptica e vaso-dilatadora. Também é energizante e proporciona esperança e satisfação pessoal 
Bem, acho que mamy mirou no que viu e acertou no que não viu. Esse negócio de ação anti-séptica e satisfatória é bem a cara dela num lugar privado.



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