quarta-feira, 6 de julho de 2011

Quinta-feira social e insana

Ufa! Pausa. Passando rapidamente para comentar "Profissão Reportér" de quarta-feira nunca me senti tanto numa profusão de mudanças como nessa matéria...E apesar da aflição que toda mudança promove, acredito que são necessárias. O que não quer dizer que eu tenha opiniões formadas sobre tais movimentos:
  1. eu ainda não sei "tudo" sobre se o movimento gay. Se deve levantar uma bandeira de opção, condição, traço genético...mas isso de fato par amim não é determinante porque prefiro vê-los como cidadãos que devem ter seu direito respeitados;
  2. Não sei se de fato a alusão/metáfora a símbolos católicos foi tão desrespeitoso. Dizer que ninguém está a salvo do HIV, inclusive os que se acham santos, é ruim? E o que dizer quanto aos escandalos nos quais a igreja vem se envolvendo ao longo dos anos quanto a vida sexual ativa, e muitas vezes perversa, de seus discípulos ?
  3. Ou seria pior " tapar o sol com a peneira" quando representantes da Marcha para Jesus dizer que amam os homossexuais, mas não apoiam a sua postura, sua condição?Não seria uma saída a francesa pela direita?;
  4. Não concordar com uma condição, um direito, dá o direito que um heterossexual chute e agrida outros homossexuais e até uma reporter que os acompanhava por expressarem sua liberdade garantida consitucionalmente?
  5. E a Marcha pela liberdade? Eu de fato não sei se seria melhor liberar ou não a maconha. Sei que álcool e cigarro também são drogas, legalizadas e possuem tma´bem poder destrutivo se tanto ou mais também não sei. Como li ou ouvi em algum lugar as drogas não levam ninguém a ser o que não é. Permitem um falso poder. Uma falsa solução. Um falso alívio que tem como principal arma, a desintegração progressiva da personalidade do indivíduo. E sei que quanto maior a repressão maior também pode tornar-se a curiosidade. E a repressão de agora em nada ajudou para que novas drogas não entrassem no mercado a exemplo do lixo do craque, o OX.
  6. Mas o que ficou naquilo tudo é que tabus sempre existirão e não adianta não falar sobre sexo, não falar sobre gays, não falar

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