sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Estranhezas, bizarrices ou apenas soturnices

Assim como decorreu-se comigo, vos apresento: A selva, por Theodor Bastard.  O encontro do começo, com o meio e o fim no em um mesmo lugar, mas não do mesmo jeito, como se tentássemos sempre um retorno as raízes numa fusão de apenas um que nos engole para um novo - confira a riqueza de detalhes do som e imagens pelo filme ao final.  Essa banda russa nos faz experimentar um efeito psicológico semelhante ao trance, por meio da construção sem progressão musical definida e temas sobre coisas como sobre-naturais, desumanização e mecanização das relações, utilizando estilos como o Ethno-Gothic e o Trip-Hop  (música eletrônica em downtempo, batidas desaceleradas).

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