segunda-feira, 4 de julho de 2016

último dia? A última semana? Fim do último mês? Fim da paz? Da liberdade? Trágico? Um pouco, mas também é início. De que? Ainda não sei bem. Espero que sejam de coisas coloridas que dançam na minha alma mesmo quando o mundo insiste em sufocar; de coisas floridas; e principalmente que eu não permita que nada nem ninguém tire meu sossego interno, nem a coragem de ir em frente, mesmo que seja para relembrar que as quedas servem para aperfeiçoar a caminhada rumo ao infinito e além. E se nesse ínterim rolar uma xícara de café enquanto torço para que qualquer vento leve para longe as mágoas de que as causar, fico feliz. Assim não satisfazarei  o desejo neurótico de ser a tempestade de seu ninguém.

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